Categoria: Seminário XI

  • CAPÍTULO XVII – O SUJEITO E O OUTRO A AFÂNISE

    Lacan inicia este capítulo aludindo ao que já havia colocado anteriormente, que em Freud “…basta a gente se abaixar para colher o que há para achar.” (p.205) Sentenciando que: “Eu não procuro, acho.”. Para tanto, diz, que quer nos mostrar a importância da Vorstellungsrepräsentanz no nível do recalque, designada por Freud. Diz, que a língua…

  • CAPÍTULO XVI – O SUJEITO E O OUTRO – A ALIENAÇÃO

    Lacan inicia colocando que se a psicanálise deve se constituir como ciência do inconsciente, devemos partir de que “o inconsciente é estruturado como linguagem”, e que a topologia lacaniana tem a finalidade de dar conta da constituição do sujeito, que essa dinâmica é, em sua essência, de ponta a ponta sexual. Fala que essa estruturação…

  • CAPÍTULO XV – DO AMOR À LIBIDO

             Este capítulo inicia com Lacan nos dizendo que tem o propósito de nos levar do amor (1) – à libido (2).          Anuncia que para elucidar, vai dizer que: “[…]a libido não é algo fugaz […]a libido deve ser concebida como um órgão, nos dois sentidos do termo, órgão-parte do organismo e órgão-instrumento.” (p.177)…

  • CAPÍTULO XIV – A PULSÃO PARCIAL E SEU CIRCUITO

    Ao Arco é dado o nome de vida. (Heráclito – 348)             Lacan inicia este capítulo fazendo uma crítica aos psicanalistas seus contemporâneos, que a seu ver distorcem a teoria psicanalítica.             A partir daí vai retomar o seu discurso sobre a pulsão, diz que o aborda: “[…]após ter colocado que a transferência é aquilo…

  • CAPÍTULO XIII – DESMONTAGEM DA PULSÃO

                Lacan inicia este apontando que, no capítulo anterior nos guiou para uma esquematização topológica para nos mostrar a situação analítica.             “[…] Essa topologia visa fazê-los conceber onde fica o ponto de disjunção e de conjunção, de união e de fronteira, que só pode ser ocupado pelo desejo do analista.” (p.153)             Referência que…

  • CAPÍTULO XII – A SEXUALIDADE NOS DESFILES DO SIGNIFICANTE.

                Lacan aponta que terminou a explanação passada com a fórmula: “A Transferência é a atualização da realidade inconsciente”, dizendo que esta não está desenvolvida e porta promessas.             Já nos ficou claro de sua fala anterior, que o termo “promessa” se refere ao fato de que a questão sobre a transferência está em desenvolvimento…

  • CAPÍTULO XI – ANÁLISE E VERDADE OU O FECHAMENTO DO INCONSCIENTE.

    Lacan inicia dizendo que no capítulo anterior, introduziu o tema da Transferência de forma problemática, porque iniciou por artigos publicados à época pelo International Journal of Psychoanalysis. Usa esses artigos, para nos mostrar o quão equivocados estão os analistas nestes textos com a teoria psicanalítica.              Guia-nos para uma compreensão teórica diferenciada, por ter feito…

  • X – PRESENÇA DO ANALISTA

    Lacan inicia este capítulo chamando nossa atenção para: “[…] A arte de escutar equivale a do bem dizer.” (p.119) Diz que isto divide a tarefa dos analistas: escutar e dizer – “[…] esperemos que estejamos perto de estarmos à altura dela.” (p.119) Para tanto, anuncia que irá falar da transferência: que no sentido comum tem…

  • IX – O QUE É UM QUADRO

    Lacan encerra o capítulo anterior nos dizendo que o olho pode funcionar como objeto a, no nível da falta (menos fi), e vai iniciar este pontuando que: “[…] Tenho então hoje que manter a aposta em que me engajei ao escolher o terreno em que o objeto a é mais evanescente em sua função de…

  • VIII – A LINHA E A LUZ

    O que nos ficou do capítulo anterior e que Lacan irá tentar nos mostrar agora é que o sujeito apreende ao olhar, o desejo do Outro e se apreende nesse desejo. “[…] No quadro de Holbein, logo lhes mostrei – sem mais dissimular, do que tenho o hábito de fazer, a outra face das cartas…