-
CAPÍTULO XI – ANÁLISE E VERDADE OU O FECHAMENTO DO INCONSCIENTE.
Lacan inicia dizendo que no capítulo anterior, introduziu o tema da Transferência de forma problemática, porque iniciou por artigos publicados à época pelo International Journal of Psychoanalysis. Usa esses artigos, para nos mostrar o quão equivocados estão os analistas nestes textos com a teoria psicanalítica. Guia-nos para uma compreensão teórica diferenciada, por ter feito…
-
A LÓGICA DO FANTASMA
QUAL A LÓGICA DO FANTASMA? Desejo iniciar este, agradecendo aos colegas André Ehrlich, Luis Henrique Sierakowski e Rozana Mazetto – por aceitarem o desafio de estudarmos juntos o Seminário XIV, A Lógica do Fantasma – estudo levado tão a sério e com tanto empenho. A lógica do fantasma, me traz a questão de qual seria…
-
X – PRESENÇA DO ANALISTA
Lacan inicia este capítulo chamando nossa atenção para: “[…] A arte de escutar equivale a do bem dizer.” (p.119) Diz que isto divide a tarefa dos analistas: escutar e dizer – “[…] esperemos que estejamos perto de estarmos à altura dela.” (p.119) Para tanto, anuncia que irá falar da transferência: que no sentido comum tem…
-
IX – O QUE É UM QUADRO
Lacan encerra o capítulo anterior nos dizendo que o olho pode funcionar como objeto a, no nível da falta (menos fi), e vai iniciar este pontuando que: “[…] Tenho então hoje que manter a aposta em que me engajei ao escolher o terreno em que o objeto a é mais evanescente em sua função de…
-
VIII – A LINHA E A LUZ
O que nos ficou do capítulo anterior e que Lacan irá tentar nos mostrar agora é que o sujeito apreende ao olhar, o desejo do Outro e se apreende nesse desejo. “[…] No quadro de Holbein, logo lhes mostrei – sem mais dissimular, do que tenho o hábito de fazer, a outra face das cartas…
-
VII – A ANAMORFOSE
Do fundamento da consciênciaPrivilégio do olhar como objeto aÓtica dos cegosO falo no quadro Lacan inicia esse capítulo com os versos de Aragon, os mesmos usados no início do capítulo II deste seminário, dizendo que não sabia que daria tanto desenvolvimento ao olhar, e que foi a apresentação do conceito de repetição em Freud que…
-
VI – A ESQUIZE DO OLHO E DO OLHAR
Esquize do sujeitoFacticidade do TraumatismoMaurice Merleau-PontyA tradição filosóficaO mimetismoO onivoyeurNo sonho isso mostra Lacan inicia este capítulo falando da Wiederholung – REPETIÇÃO (1), acentuando sua referência etimológica, isto é, originária das palavras haler e sirgar (rebocar). Com a qual tenta enlaçar a Zwang – COMPULSÃO; para nos dizer que aí temos uma carta forçada. “[…]…
-
V – TIQUÊ E AUTÔMATON
A Psicanálise não é um idealismo O Real como Trauma Teoria do sonho e do despertar A consciência e a representação Deus é inconsciente O objeto a no Fort-da Neste capítulo, Lacan inicia dizendo que irá dar continuidade a revisão do conceito de Repetição posto por Freud e pela práxis da Psicanálise. Advertindo que a…
-
IV – DA REDE DOS SIGNIFICANTES
Pensamentos do inconsciente. O colofão da dúvida. Subversão do sujeito. Introdução à Repetição. O Real é o que se retorna sempre ao mesmo lugar. Lacan inicia esta capítulo apontando-nos que da última vez falou do conceito de inconsciente cuja verdadeira função é justamente estar em relação profunda inicial e inaugural com o do conceito de …
-
Metáfora Paterna
OS NOMES – DO – PAI O Nome-do-pai é um conceito lacaniano. Lacan abandona seu seminário em 1963, o qual seria dedicado aos Nomes-do-Pai. Em 1973/74 chama seu XXIº Seminário de “Les Non-dupes errent” e faz um trocadilho com “Les Noms-du-Pére” (os dois sintagmas são pronunciados da mesma forma em francês), e quer dizer: os…
